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FormigaCast em uma conversa sobre o Demolidor da TV!

A nova empreitada da Marvel, em parceria com a Netflix, é um sucesso! A primeira temporada de Demolidor colocou o ambiente barra-pesada das HQ’s do herói na TV, e o Formiga Elétrica não poderia deixar de comentar. Os três editores, Daniel Fontana, Gustavo Clive Rodrigues e Paulo Marques, junto com Eduardo Silva e João Figueiredo, conversaram sobre o que chama atenção na série, suas fontes nos quadrinhos, seus deslizes, e por que vale a pena assisti-la.

SPOILERS  em toda parte! Cuidado se não viu a série, mas se não liga, vamos lá! Comente, compartilhe e siga-nos! Semana que vem tem mais!

P.S.: Durante o podcast, foi mencionado um momento peculiar da carreira de Vincent D’Onofrio. A imagem está no link a seguir: http://www.themarysue.com/wp-content/uploads/2014/08/vincent-donofrio-adventures-in-babysitting-thor.jpg

 

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  • Saulo Roberto de Oliveira

    Daniel, tudo bem, eu adoro seu site, e volta e meia ouço os podcasts. Vi as 3 séries, no caso, as duas temporadas do Demolidor, a fraca Jessica Jones, e Luke Cage, que considero muito bom, embora não tenha chegado ao nível do Demolidor. Você cita o fato do Demolidor ficar no canto dele, sem ligação com outros heróis, como os Vingadores. Me recordei de “Queda de Murdock”, em que os Vingadores intervem no caso daquele maluco , o Bazuca, que tinha a cara pintada de bandeira americana ( ele é que foi virar namorado da irmã de criação da Jessica Jones, a Trish, era aquele policial), e o Demolidor quase mata o cara. Os Vingadores são mostrados como uma classe de Deuses, e o único mais próximo dos humanos é o Capitão América. Outra coisa que me fascina, e demais, é o clima “Pós-11 de setembro” que impera neste universo Marvel/Netflix, tanto sobre as citações sobre o “incidente”, como a questão imobiliária, as mortes das pessoas, como o quanto as pessoas enxergam o que houve, com pitadas de “xenofobia”, no caso, um ódio contra os super-humanos ( a Black Mariah, em determinado momento, diz que eles estão lutando contra aberrações e TERRORISTAS) . A Invasão dos Chitauri é o 11 de setembro neste Universo Marvel, e a relação dos personagens, das situações, e tudo mais, me remete ao que houve com os novaiorquinos naquela ocasião, o que faz com que isto seja algo melhor lidado do que aquela palhaçada que foi “inserir” o 11 de setembro real no Universo Marvel, o que seria algo inadmissível pela lógica por N fatores. Agora, a invasão chitauri é algo melhor e mais bem adaptada ao Universo Marvel, e o trabalho de “reenact” as situações do 11 de setembro bem como as consequências traduzidos como o “Day-after” dos Vingadores é algo perfeito e bem aplicado. É irônico, mas eu vejo que o terreno mostrado pelo Universo Marvel/Netflix seria PERFEITO para a adaptação dos X-Men, porque este tipo de “superandrofobia” surge o tempo todo, e parece formar um terreno perfeito e melhor explicável para a mutantefobia. Eu sinto eles QUASE falarem em seres “nascidos com poderes”. Façam uma crítica algo assim um especial sobre o Universo Marvel/Netflix.

    • E aí, Saulo? Tudo bem?
      Cara, muito obrigado por comentar, nos dando esse retorno super positivo. Concordo contigo sobre a questão 11 de setembro / Invasão Chitauri. As séries da Netflix lidam muito bem com essa substituição do evento real pelo similar ficcional, fazendo esse universo Marvel urbano da TV um cenário bacana para os X-Men. Só acho que o investimento em efeitos especiais seria um problema aí, mas isso é outra história.
      Estamos programando um podcast sobre Luke Cage, que nem tive tempo de assistir ainda, mas tentaremos botar isso em prática logo. Vamos ver se, além disso, conseguimos bolar, pelo menos, um artigo dando uma geral nas séries. Valeu pela sugestão, amigo.
      Abraço!