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Blade Runner 2049 na conversa do FormigaCast!

Blade Runner 2049 na roda do podcast

A estreia do filme Blade Runner 2049 veio cercada de curiosidade e expectativa. A iniciativa de criar uma sequência para o amado filme de Ridley Scott era questionável, mas Hollywood é implacável na reciclagem de marcas cultuadas. Conferimos, saiu a crítica e entre o nosso grupo, ainda que divergindo em alguns pontos, todos concordaram que está longe de ser essa obra-prima que o hype prega. Existem méritos evidentes, é indiscutível, mas é preciso separar as coisas e deixas as paixões de lado quando se procura analisar uma obra. Pois bem, fizemos isso neste episódio do FormigaCast.

Filme Blade Runner 2049

Claro que não havia como falar de Blade Runner 2049 sem mencionar bastante o original. Aliás, publicamos muito material sobre isso durante a semana da estreia do novo filme. Além da crítica, uma comparação entre a versão que saiu nos cinemas em 1982 e a versão do diretor e um artigo sobre a adaptação para s quadrinhos produzida pela Marvel.

Confira então nosso bate-papo animado sobre o trabalho de Denis Villeneuve, mais uma vez contando com o estupendo trabalho de Roger Deakins na fotografia. Falamos sobre as impressões gerais, o que agradou, o que foi desnecessário nesta continuação tardia e assim a conversa seguiu. Ouça e deixe a gente saber sua opinião. Mande um email para podcast@formigaeletrica.com.br.

E você? O que achou?

Independente da qualidade geral ou do que nós achamos ou deixamos de achar, é fato que Blade Runner 2049 é um evento. Como tal, nada melhor que discutir o que há por dentro e por fora desta produção, afinal, não é apenas o filme em si que importa. Os rumos da indústria e como esse tipo de acontecimento pode influenciar o futuro do cinema comercial é sempre uma pauta válida.

Então é isso! Voltamos em quinze dias com outro tema relevante/divertido. Até lá!

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  • Alexei Davitarsvili

    Falam muito deste filme que não me sensibilizou…

  • silas.

    Minha discordância sobre um ponto: todo trabalho artístico é uma obra de arte. Para mim, a questão é: uma obra de arte pode ser percebida como boa ou ruim. Talvez um dos participantes (Desculpa! Não lembro qual. Cheguei hoje aqui.) do podcast tenha tentado dizer que Blade Runner 2049 não é uma “obra-prima”, em vez de “obra de arte”, e se atrapalhou um pouco.

    Acerca do filme e da discussão no FormigaCast 54: eu gostei do longa, principalmente quando revi em IMAX, e curti o papo que vocês gravaram. Opiniões muito bem dadas; reflexões que enriqueceram minha experiência com o filme do Denis e me fizeram repensar; uma das melhores conversas que ouvi sobre Blade Runner, seja sobre o primeiro ou a continuação lançada este ano. A parte final do programa, momento em que acentuaram a importância de sabermos ouvir e compreender o outro lado, a convivência com o ponto de vista que é simplesmente diferente do nosso, eu aplaudo ainda mais; um necessário convite à tolerância em tempos de tanto ódio.

    Abraços e até a próxima!

    • Agradecemos muito por esse retorno, Silas. Sobre o comentário do João Pedro, realmente, teria sido mais apropriado o termo “obra-prima”. Na hora, todos assimilamos a intenção da fala e nem questionamos. Acontece.

      Ficamos satisfeitos por ter curtido o papo. A gente se esforça para trazer algo de relevante às discussões e, pelo seu comentário, acho que estamos no caminho certo. Muito obrigado, amigo.

      Abraço e até!

  • Mangenoo Zen

    Poxa rapaziada do formiga … tou pora prestar um concurso e tou tão focado nisso q nem percebi a volta do formigacast, sò agora heheh mas sò passei pra fazer o download msm, ainda nem assisti os filmes então vou fazer td dps da prova …. concluindo : antològicamente o formigacast volta , fui um dos q foi cobrar là no youtube (não q isso tenha mudado alguma coisa)

    • Valeu, amigo. Pode ter certeza que a cobrança da galera fez diferença. hehe
      Esperamos que curta. Abraço!

  • Mateus Almeida

    Saí desse filme me sentindo um pouco decepcionado, mas também feliz com o que Dennis Villeneuve pode fazer por Duna. Tecnicamente, o filme é lindo: fotografia, efeitos…está tudo lá. Carecem de signifcado, realmente, mas esteticamente, é bastante satisfatório. Mas realmente, o calcanhar de Aquiles está no roteiro. O arco do protagonista é muito fraco, chegando a ser bobo perto do primeiro filme. Se no original, o dilema sobre o que é ser humano é discutido em profundidade, aqui ele parece ser reduzido a um sentimento de “pertencimento” dentro de um grupo e aceitação. K é sempre posto em situações onde ele não pertence a um determinado grupo ou não se encaixa, seja no trabalho, com sua chefe; em casa, com a Joy (onde a diferença de status apenas se desloca); ou na busca por uma origem/ família. Fora isso, a ponta solta para uma possível continuação é de dar medo… Imagina um Matrix Revolutions no universo de Blade Runner? rsrsrsrs
    Mais uma ótima discussão, pessoal! O Formigacast está de volta com tudo!

    • Sobre Duna… hmmm. Melhor deixarem quieto, hein?
      Muito oportunos seus comentários sobre a jornada do K e a comparação com Matrix Revolutions hehehe.
      Valeu pela audiência, meu caro.