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Batman: The Animated Series no FormigaCast!

25 anos de Batman: The Animated Series

Um quarto de século depois de sua bombástica estreia, mais precisamente em setembro de 1992, Batman: The Animated Series ainda impressiona pela qualidade. Divisor de águas na carreira do animador e quadrinhista Bruce Timm (também tema de um Formiga na Tela), que – naquele momento – já era experiente no ramo, trouxe o que se tornou a melhor versão do homem-morcego fora dos quadrinhos até ali. Acompanhado dos produtores Alan Burnett e Eric Radomski, mais o roteirista Paul Dini, formaram uma equipe que deu corpo e alma a uma das iniciativas televisivas mais bem sucedidas da história.

25 anos de Batman: The Animated Series

Com oitenta e cinco episódios no total, Batman: The Animated Series foi um excelente laboratório para as séries que viriam depois, expandindo o universo DC em um contexto muito maior do que o esperado. O fator fundamental para chamar atenção e criar algo realmente diferente foi a gama de referências visuais que Timm trazia na bagagem. Além da influência óbvia do trabalho do designer Anton Furst, do primeiro Batman de Tim Burton, a clássica animação do Superman, dos irmãos Fleischer, tem peso na elaboração desta Gotham City art déco. O traço dos personagens fez uma mistura Harvey Kurtzman, Alex Toth, Daniel Torres e até algo de Jack Kirby.

O teor das histórias também se destacava, mesmo com os roteiros precisando lidar com limitações que poderiam tornar tudo muito ingênuo e infantil. As restrições foram dribladas, privilegiando a ação e aventura, porém sem descuidar do clima e do desenvolvimento dos personagens. Bem, há muito a ser dito, portanto, que tal ouvir esse bat-papo (não resisti…)? Confira e depois conheça o trabalho do nosso convidado especial, Alexander Meireles da Silva, do canal Fantasticursos.

Gostou? Faltou algo?

Pois é. Batman: The Animated Series ainda vale a revisão e rende muitas conversas bacanas. Evidentemente, alguma coisa a gente sempre acaba esquecendo. Neste caso, comente aí e diga-nos o que achou deste episódio do podcast, o que você acha do Batman de Bruce Timm, quais os momentos mais legais da série ou qualquer outra coisa que queira nos contar. Pode mandar um email para podcast@formigaeletrica.com.br.

Por hoje é só, mas daqui a uma quinzena estaremos de volta com mais uma conversa legal. Até lá!

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  • Alvaro_G

    E o tema de Danny Elfman? Só o tema já te arrasta aos berros para Gotham.

    • Sim. Embora o tema da animação não fosse dele, a Shirley Walker fez quase um clone. Hehe

      • Alvaro_G

        Oh, de fato, surpreendente! 😮

  • Raphael Souza

    Desculpa o textão, mas o Batman Animated eu assisti.

    O legal é que o Batman:TAS tinha um episódio social: “Os Esquecidos”(em que ele perde a memória, tem um pesadelo com ele próprio rindo depois se revela como o Coringa e depois aparecem pedintes). Estava a frente do seu tempo. Tem a homenagem ao Adam West(Fantasma Cinzento). E a animação era excelente, os personagens eram bem construídos.

    Na minha opinião, o primeiro grande episódio foi “Duas Caras”(mas já tinha Nada a Temer) e além disso “Quase o Peguei”, “O Ajuste de Contas de Robin”, “Os Peixes Risonhos”(o Coringa era mais perverso, menos palhaço), o bicho pegou no “Eu Sou a Noite”(o baixa do comissário abalou o psicológico do Batman, o Alfred e o Robin tiveram que consolar), “Harley e Hera Venenosa” e Sonhos na Escuridão(que o Espantalho mexe com o psicológico do Batman), O Julgamento, ele trabalhava com personagens alternativos que ele humanizou como Charada(tem 3 episódios dele, gostava do O que é realidade?, da realidade virtual), Chapeleiro Maluco, Cara de Barro(esse o fim é assustador), Rei dos Relógios(cara é perito do tempo), Croc, Zatanna.

    • Grandes momentos, realmente.

    • O Fantasma Cinzento não é só uma homenagem ao West (que dubla o personagem), mas também ao Sombra.

      • Sim. Houve algo semelhante no seriado antigo do Flash, não?

        • Não me lembro, a homenagem que lembro era do irmão dele se chamar Jay, aí na atual, o John Wesley Shipp que era o Barry Allen na antiga, interpreta tanto o pai do Barry, quanto o Jay Garrick, ele também dublou o Flash Reverso em Batman: The Brave and the Bold.

    • Raphael Souza

      Tem o Pinguim todo classudo em “Pássaros Idênticos”.

    • Raphael Souza

      O Pinguim cheio de classe em “Pássaros Idênticos” onde ele estreou a Veronica Vreeland, acho que é assim que se escreve.

  • Mateus Almeida

    Fica a menção ao saudoso Len Wein, que escreveu quatro episódios da série animada, incluindo aquele do lobisomem que o Daniel disse ser meio bobo (com razão). =P
    Um muito bom escrito por ele, no entanto, é o que o Bruce Wayne fica cego e tem que lidar com isso como o Batman: Blind as a Bat.
    Ele ainda co-roteirizou com o Neal Addams a segunda parte do episódio em que o Ra’s Al Ghul é introduzido ao universo do Batman. Neal Adams escreveu a primeira parte sozinho.
    Só galera boa envolvida nessa animação. Não é por nada que entrou para a história e gerou diversos outros produtos fantásticos, como as séries animadas do Batman do Futuro, LJA e Superman.
    Indiretamente, acabou gerando, ainda, uma outra série que gosto muito: Projeto Zeta, que partiu do Batman do Futuro.
    OBS: Foi mal o texto cortado e mal-escrito. Foi no celular mesmo! =P