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Dragon Kings – RPG do autor de Dark Sun em português pela Pensamento Coletivo!

Dragon Kings é considerado sucessor de Dark Sun

Olá novamente, aventureiros. Muitos de nós lembram com um grande sorriso no rosto, ou alguns com uma feia carranca, de um dos mais notáveis cenários de AD&D: Dark Sun, um cenário magnífico criado por Timothy Brown. Mas o que isto tem a ver com esta história? Bem, um dos RPG’s dele está chegando em português, pela nossa tão adorada Pensamento Coletivo: o famigerado Dragon Kings.

dark sun

Sim, antes das perguntas acontecerem – Dragon Kings é considerado o sucessor espiritual de Dark Sun. Mas vamos falar do autor primeiro.

Timothy Brown, ou Tim Brown, é amplamente conhecido por sua co-autoria em Dark Sun em 1991, juntamente com Troy Denning e Mary Kirchoff. Mas pouca gente sabe que durante os anos seguintes ele também supervisionou Ravenloft e Planescape, atuando também no D&D Blackbox, um dos maiores sucessos de venda na TSR; além de contribuir amplamente no design do card game Spellfire. Hoje, com a empresa própria Fast Foward Entertainment, Tim nos trás esse indispensável RPG.

O RPG

Khitus é um mundo em declínio. Novos heróis terão que surgir para desafiar os perversos antagonistas, antes que tudo esteja perdido…

Os benevolentes Dragon Kings que reinavam sobre Khitus sumiram inexplicavelmente, deixando as poderosas nações de outrora à mercê de criaturas vis. Os Peles Frias e os Krikis crescem não só em número, como também em coragem.

As desesperadas cidades das Antigas Nações lutam contra invasores selvagens, que se aproximam cada vez mais de suas muralhas em ruínas. Escolas ancestrais de magia defendem seus tomos — essenciais às suas sombrias barganhas — mais do que nunca, enquanto os seguidores de um profeta misterioso reascendem a “magia-que-não-é-magia”. Os elementos essenciais à vida e à civilização estão sendo impiedosamente saqueados pelos misteriosos farsantes em seu Forte Negro, deixando, em especial, as terras sulistas em maus lençóis.

Aventureiros devem enfrentar a ira de um mundo violento não só para sobreviver, mas também para impedir tais injustiças, proteger os inocentes, descobrir o destino dos Dragon Kings, e re-introduzir qualquer noção de justiça em um mundo à beira da destruição.

A guerra por Khitus é personificada pelas facções que lutam para controlar o mundo e suas pessoas. Tim divide essas facções entre suas agendas: as de moeda, fé, magia e mente. Os interesses das facções variam do material, como os da Guilda da Água, ao esotérico, que procuram trazer os deuses antigos de volta ao mundo.

Existem também os terríveis Boneshards, assassinos que se treinam para aguentarem a dor de esconder suas armas debaixo de pele e osso. Existem outros poderes alienígenas e emergentes: os insectóides Krikis, os lagartos Oritahl, e os Yenfansa com olhos brancos (as crianças do diabo).

O RPG traz um grande detalhamento das raças e culturas, fazendo com que existam vários aspectos de interpretação para cada uma delas – sendo elas histórias de cada cultura, títulos, filosofia, fisiologia, psicologia, costumes e segredos.

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O livro original traz cerca de 30 bestas, criaturas que vão lutar pelo domínio das riquezas de Khitus. O interessante é que, como se trata de um cenário multi-sistema, o foco é em como as criaturas são e agem, pois não temos nenhuma estatística dela no livro.

Aliás, isso se torna algo bem atrativo no cenário, já que em capítulos como o que fala sobre mágica, por exemplo, ele dá um ótimo detalhamento sobre como a magia funciona. E a magia em Khitus é senciente, e não apenas uma força, e – com certeza – ela não gosta de ser perturbada. E não em apenas um aspecto de “não perturbe”. Ela pune os tolos o bastante a buscar seu poder e conhecimento, para que eles nunca mais façam isso.

Com isso existem duas facções de magos, aqueles que se isolam para que essa vingança não recaia sobre ninguém além deles mesmos e, obviamente o oposto, aqueles que usam escravos para o foco da vingança mágica. E falando sobre magia, os pisiônicos tem uma grande parte em Khitus.

Um jogo diferenciado

O diferencial também de Dragon King é que ele não conta apenas com lindas ilustrações, mas também uma grande e divertida ambientação – ele também tem música! Sim, o RPG tem um CD tema da banda do próprio Tim Brown, e conta com o ex-guitarrista de Queensryche, Peter Criss, Mike Stone (voz / Guitarrra), Mark Stevens (Guitarra), Frank Klepacki (Bateria), além do próprio Brown no baixo.

As músicas contam a história de um único aventureiro em Khitus, um guerreiro desesperado capturado e escravizado para se apresentar como um gladiador – em última instância, impulsionado pelo amor e orgulho para escapar, e perseguir seu destino através dos terrenos baldios. Ouça o que ele ouve, veja o que vê e se perca num lugar estranho de paixão, coragem e magia maravilhosas!

Sistema?

Que sistema que nada, Dragon Kings será multi-sistema!! Teremos versões para Savage Worlds, 13a Era, Pathfinder, Old Dragon, Fate, DCC, Espadas Afiadas & Feitiços Sinistros, 3D&T, Tormenta RPG e Dungeons & Dragons 5a Edição!

Você pode dar uma olhada no trabalho de Timothy Brown no link abaixo, onde um de seus livros de artes sobre o RPG pode ser baixado de graça.

http://www.dragonkingsproject.com/downloads/dk_gazetteer_pdf.pdf

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Dragon Kings pega o melhor de Dark Sun, e te coloca em um mundo onde tudo parece ter ruído, onde todos tentam sobreviver como podem, explorando tudo e todos que possam encontrar. A grande diferença está no fato de que Tim tempera este cenário com uma pequena ponta de esperança, onde você é a ultima e maior dela.

O financiamento coletivo acontecerá pelo Catarse – só nos resta aguardar sua chegada.

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